Falta de funcionários chega ao cúmulo e piora problema de segurança

Notícia publicada dia 23/03/2018

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Guilherme Campos e Temer estão indo longe demais com a destruição da empresa – A falta de funcionários está tornando as ruas perigosas para os carteiros e acabando com a saúde de todos os ecetistas!

A culpa pela drástica redução do serviço prestado pelos Correios não é dos funcionários. É de Temer e Guilherme Campos. Eles estão destruindo a empresa para vendê-la a preço de banana em partes ou inteiros, e terceirizar serviços internos enquanto não privatiza.

Essa destruição, além de baixar o preço de venda da empresa, visa a revoltar a população e ganhar a opinião pública para a ideia da privatização. Por isso não realizam concurso e não contratam trabalhadores. Tiram carteiros das ruas, diminuem e alternam o atendimento e fecham agências e CDDs.
Agora chegaram ao ponto de mandar os carteiros pararem a entrega de correspondência e priorizar os registrados. As contas não chegam e o povo fica cada vez mais revoltado.

Só em São Paulo faltam 4 mil trabalhadores no efetivo, quase 25% da força de trabalho. É muita gente. Não dá para aguentar!

Como a população não sabe disso, culpa os trabalhadores pelos atrasos e falta de entregas. E está se tornando cada vez mais agressiva e intolerante. Já houve invasão de unidades e briga. Em breve os trabalhadores vão precisar de escolta devido aos assaltos e para evitar agressão dos clientes.

Tudo isso faz parte do plano de Temer e Guilherme Campos. São profissionais altamente treinados, a serviço do capital e seus grupos empresariais, que querem o estado mínimo, tudo privatizado para eles explorarem e extraírem lucros. E a população fica na mão. O atendimento fica restrito às áreas nobres e os mais pobres não conseguem pagar os altos preços cobrados.

Essa é uma expressão da luta capital X trabalho na qual estamos inseridos. As empresas e empresários querem aumentar seus lucros continuamente, nem que para isso tenham de tirar do bolso dos trabalhadores e dos mais pobres, principalmente nos períodos de crise, como o atual. Nossa alternativa é resistir e lutar, para que tudo não fique cada vez pior com o aumento da exploração do trabalho e da pobreza.

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