🚨 CDD Cerrado com paredes caindo e esburacadas, mas a prioridade da ECT é recorrer ao STF
Notícia publicada dia 28/01/2026 09:51
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O presidente dos Correios prefere o STF à realidade das unidades.
@spsintect 🚨 CDD Cerrado com paredes caindo e esburacadas, mas a prioridade da ECT é recorrer ao STF O presidente dos Correios prefere o STF à realidade das unidades. 📢 Fica o desafio: presidente dos Correios, saia dos gabinetes e venha às unidades de São Paulo. Visite o CDD Cerrado, em Sorocaba, e depois explique aos trabalhadores se a prioridade da empresa é mesmo recorrer ao STF ou garantir condições dignas de trabalho. Enquanto a direção fala em reestruturação e judicialização, a realidade é brutal. No CDD Cerrado, o que se vê são paredes esburacadas, infiltrações, mofo e trabalhadores expostos diariamente a riscos. Um cenário que os Correios insistem em ignorar, como se a saúde e a dignidade de quem sustenta a empresa não importassem. 🎥 O SINTECT-SP esteve na unidade e fez um verdadeiro boca no trombone. Assista ao vídeo, veja com seus próprios olhos e entenda a gravidade da denúncia. Quem trabalha sabe: o problema é real, é imediato e tem responsável. O sindicato segue denunciando, cobrando e lutando. ✊📢 #SintectSP #Correios #DenúnciaSintectSP #CddCerrado #BocaNoTrombone ♬ som original – spsintect
Fica o desafio: presidente dos Correios, saia dos gabinetes e venha às unidades de São Paulo. Visite o CDD Cerrado, em Sorocaba, e depois explique aos trabalhadores se a prioridade da empresa é mesmo recorrer ao STF ou garantir condições dignas de trabalho.
Enquanto a direção fala em reestruturação e judicialização, a realidade é brutal. No CDD Cerrado, o que se vê são paredes esburacadas, infiltrações, mofo e trabalhadores expostos diariamente a riscos. Um cenário que os Correios insistem em ignorar, como se a saúde e a dignidade de quem sustenta a empresa não importassem.
O SINTECT-SP esteve na unidade e fez um verdadeiro boca no trombone.
Assista ao vídeo, veja com seus próprios olhos e entenda a gravidade da denúncia. Quem trabalha sabe: o problema é real, é imediato e tem responsável. O sindicato segue denunciando, cobrando e lutando.

