Janeiro verde: câncer de colo de útero é uma doença silenciosa; previna-se!

Notícia publicada dia 20/01/2020

Tamanho da fonte:

Além do diagnóstico rápido, PET/CT também possibilita tratamento mais efetivo; Campanha Janeiro Verde do SINTECT-SP tem como objetivo levar conscientização em relação a doença.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de colo de útero é o terceiro tumor mais frequente na população feminina, responsável pelo óbito de aproximadamente 230 mil pacientes por ano no Brasil. Outro dado preocupante é que, no Brasil, 77% das pacientes são diagnosticadas com a condição já em estágios avançados, quando aparecem determinados sintomas – como sangramentos e dores pélvicas.

Além do check-up ginecológico anual, para a detecção precoce da doença, a Medicina Nuclear é uma grande aliada, além disso a especialidade também auxilia no tratamento do câncer, uma vez que identifica a localização exata do tumor, o que permite determinar o melhor procedimento, seja quimioterapia, radioterapia ou cirurgia. O exame utilizado para o diagnóstico do câncer de colo de útero é o PET/CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons e Tomografia Computadorizada).

Como funciona o exame?

Uma análise do corpo inteiro é realizada com alta precisão graças ao equipamento PET/CT, tecnologia de diagnóstico por imagem mais sensível, que, com a administração de glicose por via venosa, possibilita a análise bioquímica do corpo, identificando células cancerígenas, muitas vezes, antes da manifestação visível e antes que ocorra a metástase.

Causas da doença

O câncer de colo do útero, também chamado de cervical, é causado pela incidência de HPV. Logo, a prevenção está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo HPV, com a vacina e o uso de preservativos, além de fatores de risco como tabagismo e uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.

Opções de tratamento

Uma vez detectada a existência câncer de colo de útero existem algumas opções de tratamento com quimio, radio e imunoterapia, além da cirurgia para retirada do tecido acometido pelo câncer. Na cirurgia também existe a opção de retirada do colo do útero e/ou do útero todo (histerectomia simples) e também a vagina e os linfonodos da região (histerectomia radical), dependendo do grau de evolução da doença.

Previna-se!!!

Fonte: Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Compartilhe agora com seus amigos