Sintect-SP cobra manutenção emergencial de veículos em SPM
Notícia publicada dia 18/03/2026 16:40
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Na última terça-feira, 17, o Presidente do Sindicato, Elias Diviza, o Secretário-Geral, Ricardo Adriane (Negopeixe), o diretor Manoel Feitosa e o advogado Dr. Elias Orlando se reuniram com representantes da Superintendência de São Paulo Metropolitana para discutir a questão da manutenção dos veículos dos Correios.

Participaram pelo lado da empresa o superintendente Ricardo Reis, o GEDIS Iranildo, o COOPER Robson e o chefe de seção da GEDIS Carlos.
Durante a reunião, o Sindicato expôs os prejuízos que estão sendo causados pela falta de manutenção dos veículos. “A própria categoria está sendo prejudicada com essa falta de cuidado. Por isso, estamos cobrando a Superintendência e precisamos cobrar a alta direção da empresa para que seja tomada uma solução o mais breve possível”, afirma Ricardo Negopeixe.
Já o Presidente Diviza expôs alguns locais em que a situação estão mais emergenciais. “Em Itapevi, os trabalhadores estão atuando na triagem, saindo nos carros, tudo isso enquanto as motos precisam de reparos. Outros locais que a situação é crítica são o Leve Leite Leste, por conta de um contrato com a Prefeitura, e o CEE Guarulhos, que é o segundo maior do Brasil. Esses três locais precisam de solução urgente”, completa.
A situação atual de falta de manutenção é sentida também no bolso dos trabalhadores e trabalhadoras dos Correios. “Têm unidades que os trabalhadores estão comprando equipamentos com dinheiro do próprio bolso para fazer os carros funcionar. Seja scanner para poder resetar os veículos novos, seja aparelho de carga de bateria. Mas isso está acontecendo e não deveria”, denuncia Diviza.
Durante a reunião, a Superintendência SPM se comprometeu a realizar a manutenção emergencial dos carros e motocicletas. “O compromisso é de reparar 30 veículos a cada 10 dias, com prioridade nas áreas mais críticas e entregando todos prontos até o mês de maio”, afirmou o superintendente Ricardo Reis.
“Seguiremos cobrando para que a empresa tome as devidas providências e que os trabalhadores possam atuar com mais segurança com os veículos”, conclui o presidente Elias Diviza.

