SINTECT-SP participa da CONCLAT e da Marcha da Classe Trabalhadora com defesa dos Correios públicos

Notícia publicada dia 16/04/2026 13:19

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Mobilização nacional reuniu milhares de trabalhadores na capital federal com pautas como o fim da escala 6×1, a redução da jornada sem redução salarial e a defesa de serviços públicos de qualidade e dos Correios

O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de São Paulo, Grande São Paulo e Zona Postal de Sorocaba (SINTECT-SP) participou, nesta quarta-feira, 15 de abril, da Marcha da Classe Trabalhadora, em Brasília, como parte do processo de mobilização construído no CONCLAT. Durante o ato, o sindicato levou sua bandeira em defesa dos Correios públicos, reforçando a visibilidade da pauta da categoria no cenário nacional.

A marcha reuniu milhares de trabalhadores de diversas categorias e consolidou as principais reivindicações aprovadas no CONCLAT, como o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial e o posicionamento contrário à jornada 12×36. A mobilização também cumpriu o papel de pressionar o Congresso Nacional e o governo federal por avanços concretos nessas pautas.

Para o diretor Douglas Melo, a participação do sindicato representa o compromisso com a luta coletiva. “O CONCLAT apontou a necessidade de unidade da classe trabalhadora, e estar na marcha é dar consequência a isso. Os trabalhadores dos Correios estão na linha de frente pela redução da jornada e contra qualquer retirada de direitos”, afirmou.

Luís Ribeiro destacou a importância de fortalecer a mobilização nacional. “Essa construção coletiva é fundamental para avançarmos. A luta pela redução da jornada sem redução salarial precisa ganhar força e alcançar resultados concretos para os trabalhadores”, disse.

Abel Gonçalves ressaltou que o debate sobre a jornada está diretamente ligado à qualidade de vida. “Não dá mais para aceitar modelos como a escala 6×1 ou a jornada 12×36. Precisamos de condições dignas, com tempo de descanso e convivência familiar”, pontuou.

Já Manoel Feitosa reforçou a defesa da empresa pública. “Os Correios têm um papel estratégico para o país. Defender a empresa pública é também defender os trabalhadores e o direito da população a um serviço de qualidade”, afirmou.

A Marcha da Classe Trabalhadora integra o calendário nacional de lutas e fortalece a agenda construída no CONCLAT, ampliando a pressão por mudanças que garantam direitos, valorização do trabalho e desenvolvimento com justiça social.

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